Acamar pode parar a Coleta Seletiva no próximo mês.

Acamar pode parar a Coleta Seletiva no próximo mês.

 

Com as ações de regularização feitas pela cooperativa ao longo de três anos e a falta de um aumento no pagamento por serviços prestados por parte da prefeitura, a Acamar começa a ter problemas de recursos para custear suas dividas.
Após mais de um ano buscando um valor maior junto ao prefeito Marco Citadini e com o Secretário Reinaldo Júnior, a cooperativa não teve êxito
Atualmente a prefeitura cede equipamentos e galpão para cooperativa e paga mensalmente R$ 6.340,00, porém quem mantém os custos e paga todas as despesas é a cooperativa, que arca com 197,60 de INSS por cooperado e mais R$ 7.800,00 em custeio de combustível, água e luz, internet, material de higiene e limpeza e ainda EPIs e manutenção mensal dos equipamentos.
Para sanar um pouco a dívida, a cooperativa decidiu que é necessário cada um dos 35 cooperados, custear seu INSS e mais um valor, o qual soma-se ao recurso recebido para manter a cooperativa de pé.
Algumas possibilidades já foram levantadas,entre elas:
Diminuir o número de cooperados
Ratear os custos.
Deixar de pagar os encargos previdenciário
Abrir mão do contrato com a prefeitura e voltar a fazer a coleta seletiva de forma aleatória.
Enfim, a situação não e boa, para sair deste grande problema a cooperativa precisa demais da população, dobrando o volume de material na cooperativa e também um pagamento maior por parte do poder público.
Uma justificativa a mais é que na cidade vizinha de Ribeirão Grande, a coleta seletiva gera em média 15 toneladas,são oito catadores e a prefeitura paga mais de R$ 4.000,00.

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